............................................................................................................................................................................................................................................................................
Produzido por Diospiro Media, Lda 2006 Ó Todos os direitos reservados
Mapa do Portal
Diospiro Media
AMARES

Amares apresenta-se como um concelho com fortes atractivos turísticos para quem procura espaços verdes, um rico património e uma gastronomia tradicional, bem acompanhada pelo vinho verde de qualidade produzido nesta região situada entre o rio Homem e o rio Cávado, junto às faldas da Serra do Gerês.

Desde sempre a actividade predominante e sustentadora da sua população foi a agricultura de minifúndio. A sua comercialização até ao novos tempos foi sempre pautada pelo interesse inquestionável dos taberneiros, que primavam por servir os melhores vinhos juntamente com os petiscos saboreados pelos seus clientes.

Dos produtos com maior relevância produtiva, a vinha sempre assumiu um papel de relevância. Até ao aparecimento do I QCA (Fundos Estruturais da Comunidade Europeia), o vinho verde tinto do produtor representou valores de produção elevados e considerado como uma grande fonte de receita dos agricultores amarenses. A sua maior ou menor produtividade, demarcava o grau de satisfação dos agricultores no S. Miguel.

Com a oportunidade trazida pelo Fundos Estruturais Comunitários o agricultor amarense também soube potenciar as boas condições microclimáticas para renovar e adaptar as suas vinhas com novas castas. Em resultado dessa transformação da vinha surgiu o fenómeno das extensas e harmoniosas vinhas vocacionadas para a predominante, senão quase esmagadora, produção do excelente vinho verde branco de uma região demarcada.

Com essa aposta dos agricultores amarenses surgiram unidades familiares de produtores/engarrafadores, com produção suficiente para a sua comercialização em superfícies comerciais de todo o país, estrangeiro e são escolha e referência dos restaurantes do concelho.

Assim, bem no coração do Minho, as vinhas de amares sempre tiveram um peso elevado na oportunidade de rendimentos dos amarenses. Hoje, com castas criteriosamente seleccionadas, em que predominam o Loureiro e a Trajadura, produz-se um vinho de sabor agradável, alegre leveza, frescura do toque e paladar, reunindo em si os atractivos da região.

A par de outros símbolos que demarcam produtos que a terra sempre deu e continua a dar, a presença dos dois cachos de uvas no Brasão de Amares eternizam um passado com presente dando garantias de futuro. Porém, outros sectores de actividade projectam a agricultura de minifúndio para segundo plano, figurando progressivamente como actividade complementar dos rendimentos das famílias rurais.Pequeno concelho agrícola de paisagem caracterizada pelo vale formado pelos rios Cávado e Homem e os contrafortes da Serra do Gerês, Amares oferece ao visitante, além de um património interessante, os encantos de um cenário repousante e da pacatez da vida rural.

Vale a pena percorrer as pequenas aldeias pitorescas com os seus espigueiros, artesanato tradicional e costumes ancestrais, ou admirar a paisagem de montanha na zona da Abadia, ou ainda explorar os vales do Cávado e do Homem com as suas praias fluviais e cenário bucólico.

No património arquitectónico, destaca-se o triângulo religioso formado pelos mosteiros de Rendufe (fundado no século XI, com bela talha setecentista no corpo da igreja), de Bouro (também da ordem beneditina e em fase de restauro) e da Abadia, cujo santuário, construído no século XVIII, surge rodeado de uma paisagem deslumbrante de densa vegetação e agrestes escarpas serranas e é palco de uma popular romaria, todos os anos, a 15 de Agosto.

Outra característica arquitectónica do concelho são as casas-torre medievais, nomeadamente a Torre de Castro em Carrazedo e, embora em ruínas, a Torre e Honra de Vasconcelos, na freguesia de Ferreiros, e a Torre de Dornelas, que faz parte de um solar do século XVII.

Mais conhecidas em termos turísticos são as termas de Caldelas, com as suas águas de poderes terapêuticos que já eram utilizadas pelos Romanos.

A estância, situada junto do rio Alvito, continua a ser bastante procurada e oferece, para além de modernas instalações e terapias termais, uma paisagem tranquila rodeada de montanhas que se podem visitar a pé.

A pouca distância, vale a pena admirar a bonita ponte medieval sobre o rio Homem.

O concelho de Amares orgulha-se da sua gastronomia tradicional, caracterizada pelos sabores caseiros da cozinha minhota, com destaque para pratos como os rojões, o cozido à portuguesa, a vitela assada ou o bacalhau à Abadia.

Para sobremesa, além de doces típicos como as rabanadas e os formigos, vale a pena provar as célebres laranjas do concelho.

Amares também produz um óptimo vinho verde nas soalheiras encostas do Cávado, cuja leveza e aroma delicado são muito apreciados.

Amares tem 24 freguesias: Amares, Barreiros, Besteiros, Bico, Bouro Santa Maria, Bouro Santa Marta, Caires, Caldelas, Carrazedo, Dornelas, Ferreiros, Figueiredo, Fiscal, Goães, Lago, Paranhos, Paredes Secas, Portela, Prozelo, Rendufe, Sequeiros, Seramil, Torre, Vilela.

O Feriado Municipal é a 13 de Junho


Visite Amares!
Visite Amares!
 
 
............................................................................................................................................................................................................................................................................
............................................................................................................................................................................................................................................................................